Tenho vontade de não ser nada as vezes... não ser filha, namorada, amiga...
Apenas existir...
Poder dormir sem ter que acordar!
Ou até mesmo, não ter que dormir!
Queria poder ser dona de mim!
Sem me preocupar com o que pensam, com o que falam ou com o que eu deveria ser!
Minha vontade de mim é tão grande que me consome...
Não queria ter que me dividir com ninguém...
Queria ser apenas eu, pra mim...
"Só não se perca ao entrar no meu infinito particular..."
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Meu sol
Claramente
O mais prático dos sóis,
O sol de um comprimido de ritalina...
de emprego fácil, portátil e barato,
compacto de sol na mente prolixa.
Principalmente porque, sol artificial,
que nada limita a funcionar de dia,
e que não é expulso pela noite, a cada dia.
Sol imune às leis de meteorologia,
a toda hora em que se necessita dele
levanta e vem (sempre um claro dia):
Acende, para enxugar rios de pensamentos,
organizar a mente...
Quará-la, em linhos de um meio-dia.
Monumento a Aspirina - João Cabral de Melo Neto. ADAPTADO!
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Ser triste
Acredito que estar triste seja um estado constante na vida do ser humano, tão constante que não se percebe!
A pequena sutileza de um sorriso, muitas vezes, é mais facilmente percebida do que o peso de uma lágrima... isso porque nos acostumamos a ser tristes!
Nos condicionamos a esse estado de insatisfação, de impotência, de passividade, de descontentamento... de tristeza!
Ser humano é ser triste!
A pequena sutileza de um sorriso, muitas vezes, é mais facilmente percebida do que o peso de uma lágrima... isso porque nos acostumamos a ser tristes!
Nos condicionamos a esse estado de insatisfação, de impotência, de passividade, de descontentamento... de tristeza!
Ser humano é ser triste!
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Você vem...
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Lembranças
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Formas
Em mim habitam tantos pensamentos,
que se misturam, causam turbilhões de emoções,
me controlam, me destroem, me consomem...
E somem, se esvaem, levando consigo uma parte de mim que era!
Era pelo espaço de um momento, existia.
Minha parte que se agarra ao instante do pensar...
Ganha forma, materializa-se, torna-se palpável, consumível.
Sente! Minha parte representa meu todo.
Vive! Morre!
Volta a ser apenas pensamentos, turbilhões...
Se consomem, se destroem, se misturam,
se desmontam, perdem a forma para me formar...
sábado, 23 de outubro de 2010
O objetivo

Hoje descobri que me resumir a um nome me angustia! O que sou não é passível de traduções, sejam elas orais ou escritas! Além do mais, o que as pessoas vêem de você não é mais do que uma simples interpretação, carregada de impressões próprias e que nada têm a ver com a sua essência. De nada adianta esforçar-se para ser autêntica, porque não existe autenticidade entre seres de uma mesma espécie!Percebi que o auto conhecimento é o primeiro passo para o reconhecimento! E se você não se conhece, não pode cobrar isso dos outros!Finalmente... descobri que ainda não me descobri!Permitir-se é o objetivo!
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