"Só não se perca ao entrar no meu infinito particular..."

domingo, 22 de maio de 2011

Para o teu bem...

Entenda que não me preocupo comigo!
O que me importa é você!
Se me machuco, levanto...
Se te machuco, caio...


Nada faço à você que não reflita em mim!
Quero te resguardar de todo mal!
Não quero que sofra...
E se preciso for, para o teu bem...
Te protegerei até de mim!

Erro

Vendo os danos causados, só posso concluir ser um erro...
Um erro que continua a existir e a ser cometido!
Mesmo tentando convencer que não sou quem gostariam que fosse...
Que continuo uma procura por mim...
Não desistem!
Talvez esperam que o erro se conserte...
Persistem...
Erram!
Insistem em mim...

domingo, 15 de maio de 2011

Mesmo assim...

Eu daria tudo para conseguir o seu perdão!
Daria a minha vida!
A entregaria em suas mãos!
Mesmo que a recusasse e a jogasse fora!
Mesmo assim...


Eu faria tudo para conseguir o seu perdão!
Me afastaria!
Iria embora daqui!
Pra tão longe quanto meus pés aguentassem ir!
Mesmo que nunca mais voltasse a te ver...
Mesmo assim...


Eu abriria mão de tudo para conseguir o seu perdão!
Abriria mão de mim!
De tudo que eu acredito ser!
Mesmo que pra isso eu deixasse de existir...
Mesmo assim...


Pelo seu perdão...
Eu daria minha vida!
Eu me afastaria!
Eu abriria mão de mim!


Mesmo que seja tarde...
Mesmo assim...

Eternamente em construção...

E viro pó!
Me esfarelo, não sobrando parte de mim inteira...
Me desatino, me desnorteio!
Me perco em mim e em minhas escolhas...


Perco também quem poderia me salvar!
Aquele que poderia me tirar do meu eu...
Do meu desatino!
Da minha loucura!


Perco meu ponto de equilíbrio!
Perco meu chão!
Perco meu compasso...
Perco o ritmo com que levava a vida!


O que me resta agora?
Além de cacos... pó... e confusão?
Certamente não sobra nada...
Além de mim, sozinha...
Eternamente em construção...
No momento tudo que me resta são palavras...
Palavras tão vazias quanto eu...

terça-feira, 10 de maio de 2011

Luz vermelha

Imersa em pensamentos, me vejo mais uma vez estagnada diante das minhas próprias escolhas.
Aquele medo de errar... da luz vermelha acender...
Do pano cair... e desmoronar tudo que demorei tanto para construir!


Construções sólidas.
Tão sólidas que me restringem...
E me obrigam a ter sempre a mesma forma, me aprisionam!


E eis me aqui, na dúvida entre o que construí e o que posso fazer com os escombros...
Me perguntando, se desmoronar é perder ou conseguir...